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Pecados expostos

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Pecados expostos

O cenário moderno permeia a justiça própria e um censo de moralismo onde a punição é aplicada de acordo com o que se acha prudente, fato que me recorda muito bem um episódio bíblico bastante famoso.

No texto abaixo, demonstra-se isso o caso da mulher pega em adultério. Segundo a lei a pena era o apedrejamento os doutores da lei trouxeram ela perante Jesus e ele traz uma resposta a uma pergunta:

E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.

Quando ouviram isto, redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio.

E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?

E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.
João 8:7–11

Episódio parecido com o dessa semana, aonde um adolescente tenta furtar uma bicicleta e é torturado por dois homens e escrevem em sua testa "Sou ladrão e vacilão".

Um exemplo clássico da justiça própria e crueldade do ser humano que demonstra um ato de como o coração do homem é corrupto e hipócrita.

Todos sem excessão temos culpa perante Deus, como seria se Deus nos punisse de acordo com o que cometemos?

Não ficaria um para contar estória, mas graças ao sacrifício do cordeiro temos graça e misericórdia. O que a pós-modernidade quer negar com todas suas forças é a graça e misericórdia provindas de Deus.

Afinal que valor tem a justiça dos que não são justos?

Soli Deo Glória,
Bruno Pulis

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