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Retorno a comunhão

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Retorno a comunhão

O tempo passa, o início era perfeito, horas pareciam minutos, mas ao poucos a comunhão foi sendo aniquilada pela rotina, cansaço e pressões.

Hoje são poucos momentos de sinceridade e dedicação a outrem. O máximo que dedicamos aos outros é sair para comer algo juntos uma vez na semana e já cumprimos nosso papel na "comunidade dos santos".

Estou farto de tantos modismos e pouco pão, a casa do pão parece que sofre de escassez do Pão Vivo que desceu dos céus e habitou entre nós.

Será que a comunhão se baseia em apenas dar uma volta distrair um pouco da semana cansativa e rir de piadas bobas, ou se parece em doar-se ao próximo, socorrer o perdido, curar o ferido e amar aquele que nunca foi amado?

O Mestre ensinou que comunhão tem muita mais haver com compaixão do que outra coisa. E a volta do primeiro amor não é essa piada romântica elucidada em mentes com carências emocionais fortíssimas, mas reconhecer que, meu próximo deve ser tratado como eu imagino que Deus me trata.

Me entristece ver pessoas tão perdidas em si mesmas, tão cheias de nada e vivendo como tudo está em perfeita ordem.

Que possamos celebrar a ceia do amor em realidade, pois meu caro estou farto de falsos amores declarados em um templo de quatro paredes e pouca ação, pouco tato e percepção.

Afinal, aonde ficou teu pão?

Na paz,
Bruno Pulis

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