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    <title>Artigos do Blog</title>
    <link>https://www.brunopulis.com/</link>
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    <description>Artigos sobre teologia, frontend e qualidade de software</description>
    <language>pt-br</language>
    <item>
      <title>Acessibilidade</title>
      <link>https://www.brunopulis.com/blog/acessibilidade/</link>
      <description>&lt;h2 id=&quot;acessibilidade&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/acessibilidade/#acessibilidade&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Acessibilidade&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h3 id=&quot;o-caminho-para-uma-web-inclusiva&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/acessibilidade/#o-caminho-para-uma-web-inclusiva&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;o caminho para uma web inclusiva&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Acessibilidade um direito de&amp;nbsp;todos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sou um defensor da acessibilidade no âmbito geral, penso que devemos tornar nossas ferramentas inclusivas a qualquer tipo de público.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isto devido ao convivio e determinação de alguns militantes da acessibilidade, tais como: MAQ, &lt;a href=&quot;http://reinaldoferraz.com.br/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Reinaldo Ferraz&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://twitter.com/horaciosoares&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Horácio Soares&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/hudson.augusto.75&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Hudson Augusto&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cbachini&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Clécio Bachini&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em cada evento vendo esse pessoal falando sobre o tema que parecia ser meio &lt;strong&gt;Dark Side&lt;/strong&gt; e algo bastante sombrio, logo descobri que passavam de mitos e preguiça dos desenvolvedores, pois a aplicação das técnicas de acessibilidade são bastante simples.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então comecei a interessar sobre o assunto e a cada dia ficava mais abismado, descobri que poucos desenvolvedores realmente sabiam o que eram e como se aplicava tais regras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitos estão na crista da onda com novas tecnologias, como por exemplo &lt;strong&gt;NodeJs, Angular e etc&lt;/strong&gt; o que não é ruim excelente por sinal isto está abrindo vários caminhos para novas aplicações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas devemos entender que, o que projetamos hoje iremos usar na nossa velhice, será que sua App ou website vai estar preparado para ser usado por você daqui uns 30 anos?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Finalizo o texto com essa citação da Thais Frota.&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://thaisfrota.wordpress.com/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Se o lugar não está pronto para receber TODAS as pessoas, o lugar é deficiente Thais Frota&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 03 Feb 2014 00:00:00 +0</pubDate>
      <dc:creator>Bruno Pulis</dc:creator>
      <guid>https://www.brunopulis.com/blog/acessibilidade/</guid>
      <category>a11y</category>
    </item>
    <item>
      <title>Caminhos para uma web inclusiva</title>
      <link>https://www.brunopulis.com/blog/caminhos-para-uma-web-inclusiva/</link>
      <description>&lt;p&gt;Sou um defensor da acessibilidade digital em sua na totalidade. Devemos tornar nossas ferramentas inclusivas a qualquer tipo de público.&lt;br&gt;Isto devido ao convívio e determinação de alguns profissionais da acessibilidade, como:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;MAQ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://reinaldoferraz.com.br/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Reinaldo Ferraz&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://twitter.com/horaciosoares&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Horácio Soares&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/hudson.augusto.75&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Hudson Augusto&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://twitter.com/cbachini&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Clécio Bachini&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;A acessibilidade é algo novo para mim, mas esses profissionais facilitaram meu entendimento.&lt;br&gt;Logo percebi que era dois pontos que pecava:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Preguiça de compreender;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mitos que criamos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Através deles, comecei a interessar pelo assunto. A cada dia percebo que poucos desenvolvedores conhecem de fato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitos estão preocupados em aprenderem tecnologias como:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Angular;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Node JS:&lt;/li&gt;&lt;li&gt;React.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Não vejo problemas em relação a isso, porém, ter conhecimento nos fundamentos é importante.&lt;br&gt;Uma dica que levo comigo: o que projetamos hoje, iremos usar em nossa velhice.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Será que seu site ou aplicativo, estará preparado para ser usado daqui a 30 anos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Finalizo o texto com essa citação da Thais Frota:&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;_Se o lugar não está pronto para receber TODAS as pessoas, o lugar é deficiente.&lt;br&gt;_&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://thaisfrota.wordpress.com/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Thais Frota&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 03 Feb 2014 00:00:00 +0</pubDate>
      <dc:creator>Bruno Pulis</dc:creator>
      <guid>https://www.brunopulis.com/blog/caminhos-para-uma-web-inclusiva/</guid>
      <category>a11y</category>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliadores automáticos</title>
      <link>https://www.brunopulis.com/blog/avaliadores-automaticos/</link>
      <description>&lt;h2 id=&quot;avaliadores-automaticos&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/avaliadores-automaticos/#avaliadores-automaticos&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Avaliadores automáticos&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h3 id=&quot;procurando-bugs-de-acessibilidade-no-seu-site&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/avaliadores-automaticos/#procurando-bugs-de-acessibilidade-no-seu-site&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Procurando bug’s de acessibilidade no seu&amp;nbsp;site&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Após você ter desenvolvido seu site chega a hora de testar sintaticamente o Markup dele para isso eu separei alguns dos validadores que considero que sejam de grande valia e de fácil entendimento para resolverem problemas comuns da acessibilidade na web.&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://examinator.ws/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;http://examinator.ws/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://wave.webaim.org/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;http://wave.webaim.org/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.acessibilidade.gov.pt/accessmonitor/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;http://www.acessibilidade.gov.pt/accessmonitor/&lt;/a&gt; (pra mim um dos melhores que já testei)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h3 id=&quot;examinator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/avaliadores-automaticos/#examinator&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Examinator&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Traz um relatório bastante justo e de fácil compreensão para resolver problemas.&lt;/p&gt;&lt;h3 id=&quot;wave&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/avaliadores-automaticos/#wave&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;WAVE&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;O Wave por sua vez traz um relatório totalmente completo incluíndo avisos, melhorias, contraste e todos os outros quesitos que cobrem as guidelines de acessibilidade.&lt;/p&gt;&lt;h3 id=&quot;access-monitor&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/avaliadores-automaticos/#access-monitor&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Access Monitor&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Tem sido o que estou mais utilizado, devido a ser muito simples seu entendimento e ser em português e claro ser bem feito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existe o TotalValidator que é uma ferramenta bastante completa para quem quer dissecar o site e torná-lo o mais acessível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essas são as minhas dicas, até mais.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 19 Feb 2014 00:00:00 +0</pubDate>
      <dc:creator>Bruno Pulis</dc:creator>
      <guid>https://www.brunopulis.com/blog/avaliadores-automaticos/</guid>
      <category>a11y</category>
    </item>
    <item>
      <title>Ignoramos 45 milhões de pessoas</title>
      <link>https://www.brunopulis.com/blog/ignoramos-45-milhoes-de-pessoas/</link>
      <description>&lt;p&gt;Este post é um alerta, provavelmente você está excluindo&amp;nbsp;&lt;strong&gt;45 milhões&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;de usuários nas suas aplicações e websites.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas você pode me perguntar: Como?&lt;br&gt;Te respondo meu caro:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Falta de acessibilidade nas suas páginas. ☹&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este número de usuário foi captado pelo último Censo do IBGE de 2010,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;temos aproximadamente 45 milhões de brasileiros com algum tipo de necessidade especial para acessar as informações nos meios digitais&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nossa função é simplesmente facilitar a vida destas pessoas a acessarem a informação, porém esta não é a realidade do mercado atual. Este mercado tendencia a ter aplicações cada vez mais complexas, esquecem um dos quesitos mais importantes para uma aplicação ter um ciclo de vida útil a acessibilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muito tem se investido em Usabilidade com N cursos e capacitações e tão pouco falado da sua irmã siamesa a acessibilidade. Aplicações com sua UX pensada nos mínimos detalhes é excelente, mas deve haver um equilíbrio para pensarmos na sua irmã.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje as agências digitais, se ouve bastante palavras que soam como mágica nos ouvidos dos seus clientes e estas palavras não combinam com acessibilidade. Querem desenvolver algo mirabolante sem saberem que o crucial é o acesso à informação independente a plataforma e/ou dispositivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E o mais interessante, elas pensam somente quando algum &lt;strong&gt;M3rd4&lt;/strong&gt; acontece.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O caminho da felicidade é pensar na UX e Acessibilidade desde o começo, para de fato tornar sua aplicação rentável, escalável e usável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que deveríamos ter é um desenvolvimento mais fluído e consciente (menos egocêntrico), para evitarmos situações como essa:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode parecer uma coisa boba, mas quantas vezes eu e você fomos obrigados a usar termos como:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Leia aqui”&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Saiba mais&lt;/strong&gt;“;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Clique aqui”&lt;/strong&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Esses termos não ajudam, mas atrapalham.&lt;br&gt;Pois é, caros colegas estudamos tanto, nos matamos para aprendermos tecnologias novas e esquecemos da velha companheira acessibilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E engana-se que acessibilidade é somente para pessoas com necessidades especiais, ela é pra mim e para você.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então meu conselho para 2015, vamos largar o mimimi nossa preguiça e nos tornarmos mais acessíveis?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abraço e bom 2015 para nós&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 18 Dec 2014 00:00:00 +0</pubDate>
      <dc:creator>Bruno Pulis</dc:creator>
      <guid>https://www.brunopulis.com/blog/ignoramos-45-milhoes-de-pessoas/</guid>
      <category>a11y</category>
    </item>
    <item>
      <title>Um caso de amor chamado acessibilidade</title>
      <link>https://www.brunopulis.com/blog/um-caso-de-amor-chamado-acessibilidade/</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;picture&gt;&lt;source type=&quot;image/avif&quot; srcset=&quot;https://www.brunopulis.com/img/aqKRQU3dRJ-650.avif 650w&quot;&gt;&lt;source type=&quot;image/webp&quot; srcset=&quot;https://www.brunopulis.com/img/aqKRQU3dRJ-650.webp 650w&quot;&gt;&lt;img loading=&quot;lazy&quot; decoding=&quot;async&quot; src=&quot;https://www.brunopulis.com/img/aqKRQU3dRJ-650.jpeg&quot; alt=&quot;Stormtropper saindo de dentro do teclado segurando a letra S em uma mão. &quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;406&quot;&gt;&lt;/picture&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aos que me conhecem sabem que eu sou defensor de uma&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Web inclusiva&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e não exclusiva, por isso luto pela Acessibilidade Web no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, este post irá tratar de forma reflexiva o assunto e mostrar que o mais importante para essa questão trata-se de&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;consciência&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Meu interesse pelo assunto começou há um tempo, quando vi um leitor de tela ler uma página. Lembro das primeiras conversas sobre acessibilidade com as pessoas dedicadas ao assunto, foi algo fascinante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Passei várias noites lendo e relendo textos, palestras, vídeos, e quanto mais lia, estudava e tentava entender o contexto brasileiro relacionado a acessibilidade percebi uma coisa era e sempre foi questão de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;consciência.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o dicionário consciência é:&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Sistema de valores morais que funciona, mais ou menos integradamente, na aprovação ou desaprovação das condutas, atos e intenções próprias ou de outrem.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Seguindo o pressuposto que a nossa consciência é um&amp;nbsp;&lt;strong&gt;conjunto de aprovação ou desaprovação de condutas, atos e intenções&lt;/strong&gt;, devemos nos questionar acerca da acessibilidade, será que conseguimos deitar a cabeça no travesseiro depois de um longo dia de trabalho e ter uma consciência limpa com a questão da acessibilidade?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Será que conseguimos ficar tranquilos ao saber que excluímos o acesso a determinado grupo de pessoas que consumir seu produto/serviço?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confesso que minha consciência pesa muito, por isso a cada dia eu me apaixono mais pelo assunto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Você pode estar se questionando: “Isso é exagero da sua parte”.&lt;br&gt;Creio que não meu caro leitor faça alguns testes simples:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Retire o mouse e tente navegar em algum site de preferência sites governamentais e de grandes marcas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tente navegar as escuras com o auxílio de um leitor de tela;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tente através do &lt;strong&gt;TAB&lt;/strong&gt; chegar a um determinado local sem um link de pular para o conteúdo determinado.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Estes três pequenos e bobos testes podem te surpreender muito.&lt;br&gt;E pelo que eu já percebi, estamos construindo remendos sobre remendos, levando assim os espaços virtuais a terem deficiência e não inclusivos e como diria a&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://twitter.com/acessibilidade&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Thaís Frota&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Se o lugar não está pronto para receber TODAS as pessoas, o lugar é deficiente&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Concluo que, tudo na vida e questão de consciência, você pode fazer ela pesar ou não, depende somente de uma pessoa: &lt;strong&gt;Você&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 26 Feb 2015 00:00:00 +0</pubDate>
      <dc:creator>Bruno Pulis</dc:creator>
      <guid>https://www.brunopulis.com/blog/um-caso-de-amor-chamado-acessibilidade/</guid>
      <category>a11y</category>
    </item>
    <item>
      <title>Defraudação Parte II: As consequências daquilo que você chama de joguinho</title>
      <link>https://www.brunopulis.com/blog/defraudacao-parte-ii-as-consequencias-daquilo-que-voce-chama-de-joguinho/</link>
      <description>&lt;h2 id=&quot;defraudacao-parte-ii-as-consequencias-daquilo-que-voce-chama-de-joguinho&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/defraudacao-parte-ii-as-consequencias-daquilo-que-voce-chama-de-joguinho/#defraudacao-parte-ii-as-consequencias-daquilo-que-voce-chama-de-joguinho&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Defraudação Parte II: As consequências daquilo que você chama de&amp;nbsp;joguinho&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Pois bem no &lt;a href=&quot;https://brunopulis.com/blog/defraudacao-parte-i&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;artigo passado&lt;/a&gt; retratamos a definição e conceito de defraudação do ponto de vista bíblico e como sua prática é corriqueira nos nossos dias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quero tocar num ponto que com certeza muita gente vai ficar mordida. Os famosos &lt;strong&gt;joguinhos amorosos ou joguinhos de conquista.&lt;/strong&gt; Em primeiro lugar já soa muito estranho ter joguinhos desse tipo dentro da Igreja.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Baseando no princípio bíblico de Zacarias 8:16&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Estas são as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo; executai juízo de verdade e de paz nas vossas portas.&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://www.bibliaonline.com.br/acf/zc/8/16&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Zacarias 8:16&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Vemos que o tal dos “joguinhos de conquista” por si só não é bíblico e sim demoníaco, não passa de ilusão (defraudação) nas pessoas envolvidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que eu não consigo compreender é: como pessoas que se professam seguidoras de Cristo compartilham da fé e doutrina santa ainda fazem isso com seus irmãos?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Creio que seja falta de tato e compaixão com o próximo vivem um evangelho de meras aparências. E usam dessas máscaras para passarem uma boa impressão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Analisando friamente essa situação eu percebo alguns pontos que vou listar, abaixo:&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;mentalidade-mundana&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/defraudacao-parte-ii-as-consequencias-daquilo-que-voce-chama-de-joguinho/#mentalidade-mundana&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Mentalidade mundana&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Um dos maiores motivos para existir esses joguinhos é uma mentalidade que não foi transformada. A pessoa frequenta uma igreja, participa de atividades, mas quando o assunto é relacionamento ela volta as velhas práticas da antiga vida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Parece que essa área ainda não foi governado por Cristo, parafraseando é como se dissemos ao Espírito Santo: &lt;strong&gt;“Pode deixar que você não é capaz de cuidar disso, eu cuido”.&lt;/strong&gt; Mas isso é tão sem fundamento porque a Bíblia nos orienta da seguinte forma:&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://www.bibliaonline.com.br/acf/rm/12/2&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Romanos 12:2&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.&lt;br&gt;Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.&lt;br&gt;Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://www.bibliaonline.com.br/acf/gl/5/16-18&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Gálatas 5:16–18&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.&lt;br&gt;De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne.&lt;br&gt;Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.&lt;br&gt;Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus.&lt;br&gt;Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.&lt;br&gt;O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://www.bibliaonline.com.br/acf/rm/8/11-16&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Romanos 8:11–16&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Um relacionamento bíblico é somente para um único propósito: &lt;strong&gt;Cristo ser glorificado na vida do casal através do casamento&lt;/strong&gt;. Nunca foi o propósito para satisfazer seus desejos carnais e nem suprir carências emocionais. &lt;em&gt;Caso se relaciona por esses motivos, você corre grande risco de se decepcionar.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;hedonismo&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/defraudacao-parte-ii-as-consequencias-daquilo-que-voce-chama-de-joguinho/#hedonismo&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Hedonismo&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Para quem não sabe Hedonismo é a busca pelo prazer a todo custo. Por culpa dele temos esse comportamento de alimentar nosso ego.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Afinal quem não gosta de ser desejado por todos? E poder escolher a dedo quem você quer? E colocar em segunda opção outros pretendentes não é?&lt;br&gt;Mas há uma problemática é totalmente anti-bíblico, segundo os versículos:&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://www.bibliaonline.com.br/acf/gl/2/20&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Gálatas 2:20&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://www.bibliaonline.com.br/acf/gl/5/13&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Gálatas 5:13&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;h2 id=&quot;status-eclesiastico-e-materialismo&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/defraudacao-parte-ii-as-consequencias-daquilo-que-voce-chama-de-joguinho/#status-eclesiastico-e-materialismo&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Status Eclesiástico e Materialismo&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;O que eu chamo de &lt;em&gt;status eclesiástico&lt;/em&gt; aqui são posições que pessoas tem na comunidade. Cansei de ver pessoas desejando determinada pessoa só porque ela prega bem ou canta no louvor, chega a ser um frenesi sem controle. Quando descobrimos a real motivo é puramente egocêntrica e demoníaca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O materialismo é um outro ponto muito peculiar, na maioria das ocasiões se olha determinadas coisas como, por exemplo: &lt;strong&gt;condição financeira, status eclesiástico.&lt;/strong&gt; E o que me deixa muito triste nessa situação é ser um servo(a) de Deus fica em último quesito, parece que não é importante. O importante é aparecer para os amigos, para a vanglória e não para a Glória de Deus.&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/defraudacao-parte-ii-as-consequencias-daquilo-que-voce-chama-de-joguinho/#conclusao&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Conclusão&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Poderia pontuar vários outros aspectos, porém me contive nesses. Fazendo um resumo dos três tópicos pode dizer que isso é totalmente destrutivo para aquele que é defraudado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Você já pensou as consequências psicológicas/espirituais que podem ocorrem para essas pessoas? Alguns pontos que podem ocorrer:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Baixa estima;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Depressão;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Medo de envolver-se novamente;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Distanciamento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Solidão;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Auto defesa;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Que sejamos amorosos uns com os outros e falemos a verdade sem joguinhos estúpidos que corroem a alma humana e não sejamos instrumentos de destruição, mas de paz e amabilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na paz,&lt;br&gt;@brunopulis&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 15 Jan 2016 00:00:00 +0</pubDate>
      <dc:creator>Bruno Pulis</dc:creator>
      <guid>https://www.brunopulis.com/blog/defraudacao-parte-ii-as-consequencias-daquilo-que-voce-chama-de-joguinho/</guid>
      <category>teologia</category>
    </item>
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      <title>Geração da distração</title>
      <link>https://www.brunopulis.com/blog/geracao-da-distracao/</link>
      <description>&lt;p&gt;Nesse estudo vamos abordar um tópico onde todos nós somos vítimas a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;distração.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela existe desde os tempos mais primórdios da humanidade, sendo causadora de vários desastres e desentendimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como sociedade temos evoluído de uma forma absurda no quesito da tecnologia da informação, o bem mais precioso que a sociedade, na qual, estamos inseridos é a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;informação,&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;foi-se a época que&amp;nbsp;&lt;strong&gt;o ter&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;era o essencial, estamos em um momento da história da humanidade onde&amp;nbsp;&lt;strong&gt;o saber&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é o mais importante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Consumir informação hoje é vital, existem vários meios pelo qual consumimos seja pela Internet, meios clássicos (TV, Rádio e Jornais), a grande questão é que não filtramos as informações e somos bombardeados com várias informações ao mesmo tempo, e temos uma overdose de conhecimento e acaba que não temos um conhecimento palpável sobre os acontecimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse fenômeno deriva-se da famosa&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Geração da Informação ou Geração Y (será descrito com mais detalhes, logo abaixo)&lt;/strong&gt;, onde o principal objetivo é se informar em tempo real, quase instantemente, as redes sociais como Facebook e Twitter ajudaram esse comportamento nocivo se alastrar pelo mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As pessoas passaram a ser mais cheias de si, porque detêm o conhecimento e se acham donas da verdade, essa questão é antiga conhecida do homem, pois vem desde a fundação do mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A seguir descobrimos algumas gerações que já passaram e iremos perceber os comportamentos do ser humano.&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;geracao-dos-veteranos&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/geracao-da-distracao/#geracao-dos-veteranos&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Geração dos Veteranos&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Pessoas nascidas após a Primeira Guerra Mundial e durante a Segunda Grande Guerra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seus valores absolutos da vida são:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Trabalho&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Família&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Moral&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Amor a pátria&lt;/strong&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Cresceram geralmente em um ambiente de escassez de alimentos, empregos, diálogos e vários outros aspectos morais e sociais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tem forte características como:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;São práticos&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Dedicados&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Gostam de hierarquias rígidas&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Sacrificam-se para alcançar seus objetivos.&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h2 id=&quot;geracao-baby-boombers&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/geracao-da-distracao/#geracao-baby-boombers&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Geração &lt;em&gt;Baby&amp;nbsp;Boombers&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Aqueles que nasceram no momento pós-guerra, tinham uma necessidade gritante de mostrar que tinham muito valor: protestaram contra a Guerra do Vietnã, contra ditadura militar no Brasil, tornaram-se altamente politizados e lutaram pela liberalidade sexual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Era comum na época colocar o trabalho acima da família e do lazer.&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;geracao-x&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/geracao-da-distracao/#geracao-x&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Geração X&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Período onde o mundo havia boas condições materiais, tendo qualidade de vida, liberdade no trabalho e nas relações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o desenvolvimento das tecnologias podiam já equilibrar a vida pessoal e profissional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tornam-se céticos e superprotetores devido a crises violentas, como o desemprego na década de 80.&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;geracao-y&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/geracao-da-distracao/#geracao-y&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;&lt;strong&gt;Geração Y&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Com o mundo relativamente estável, eles cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido a longo prazo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Características da geração Y:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Pais enchendo os filhos de presente (pessoas mimadas)&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Atenção e atividade&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Autoestima&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Multitarefas&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Conseguem o que querem&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Não se sujeitam a tarefas subalternas&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Ambiciosos&lt;/strong&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Utilização constante de aparelhos eletrônicos, como smartphones e gadgets&lt;/strong&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h2 id=&quot;aplicando-a-palavra-de-deus&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/geracao-da-distracao/#aplicando-a-palavra-de-deus&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Aplicando a Palavra de&amp;nbsp;Deus&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;A palavra de Deus vai contra todos os princípios morais criados por essa geração da distração, pois segundo as Escrituras a sabedoria humana é vã e louca perante a sabedoria excelsa de Deus.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abaixo vamos fazer um comparativo entre os valores morais da Geração Y e a Geração da Palavra de Deus.&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Imediatismo: Sl 40:1; Is 25:9, 26:8;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Humanismo: Jo 3:30, Gl 2:20, Cl 2:20, 3:3;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Orgulho: Pv 8:13,Mt 23:27,Mt 5:5;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aceitação do pecado como uma prática normal: Rm 6:23, Jo 3:16&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Vemos algumas características que marcam essa geração afastada de Deus e tão ligada a coisas fúteis e carnais, a cada dia as pessoas se afogam dentro de si, morrendo aos poucos com seus prazeres carnais sendo satisfeitos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nas escrituras vemos alguns exemplos de pessoas que foram ou tiveram momentos de distração que custaram sua vida ou um grande mal sobreveio a elas, dentre elas podemos citar:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Profeta de Judá 1Rs 13&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Sansão Jz 14:1–8, 16:17–21&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Mulher de Ló Gn 19:26&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Discípulos no caminho de Emaús Lc 24:13–24&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Davi com Bate-Seba 2Sm 11:1–17&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Salomão com suas concubinas 1Rs 11:1–12&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Uzá com a Arca da Aliança 1Cr 13:7–10&lt;/strong&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Podemos perceber que a distração trouxe desgraça para vidas de vários homens de Deus e ruína, quantos de nós hoje nos distraímos com coisas tão banais? O adversário mudou de estratégia, ela consiste em trazer toda a distração possível para deixar os seguidores de Cristo cegos, perversos com o coração longe de Deus e por consequência trazendo morte e vazio espiritual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O homem não vou feito para fazer múltiplas tarefas, como se tem dito por aí, estudos científicos comprovam que o cérebro humano foi feito para realizar uma tarefa por vez, passando disso as outras tarefas se tornam distrações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Será que essa forma de viver querendo fazer tudo ao mesmo tempo, tem trazido resultados positivos? Creio que não, pois nosso Deus é um Deus de Paz e não de confusão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ponto que eu quero chegar é qual tem sido sua fonte de distração? O que tem prendido sua atenção mais do que a palavra e a comunhão com Jesus?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É tempo de retirar todos os embaraços dessa vida e focarmos no autor e consumador da nossa fé, devemos voltar as Escrituras, confessar nossos pecados e ter um alvo principal, Cristo Jesus, a esperança da Glória.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 07 Mar 2016 00:00:00 +0</pubDate>
      <dc:creator>Bruno Pulis</dc:creator>
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      <category>teologia</category>
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      <title>Vocação ou serviço?</title>
      <link>https://www.brunopulis.com/blog/vocacao-ou-servico/</link>
      <description>&lt;p&gt;Muitos têm o prazer de “servir” na casa de Deus, mas será que estão com a motivação correta? Diante daquele que tudo pode e tudo vê?&lt;/p&gt;&lt;hr&gt;&lt;p&gt;Esse ciclo na Faculdade tive uma matéria sobre Missão Integral que abordou sobre ser&amp;nbsp;&lt;em&gt;vocacionado ou cumprir um serviço.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existe uma diferença entre&amp;nbsp;&lt;strong&gt;ser-fazer (vocação)&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;strong&gt;fazer-ser (ativismo)&lt;/strong&gt;, ficou complicado?&lt;br&gt;Rs eu explico.&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;vocacao&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/vocacao-ou-servico/#vocacao&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Vocação&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Todos entendemos que&amp;nbsp;&lt;em&gt;ser vocacionado tem a ver com o chamado de Deus e seus dons para participar da Missão de Deus&lt;/em&gt;&amp;nbsp;na terra, é uma relação de pré-disposição natural. Eu faço algo, pois necessito, não porque almejo uma posição perante a comunidade local.&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;ativismo-religioso&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/vocacao-ou-servico/#ativismo-religioso&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Ativismo religioso&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Em contrapartida, o&amp;nbsp;&lt;em&gt;ativismo religioso&lt;/em&gt;&amp;nbsp;inicia-se por incrível que pareça com uma boa intenção no coração, mas logo me recordo daquele ditado popular:&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;De boa intenção o inferno está cheio.&lt;br&gt;Dito Popular&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;A raiz maligna dele é justamente o oposto da vocação, eu faço algo para Deus para ser algo, com isso muitos têm caído nesse quesito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já reparou pessoas que são super ativas em suas comunidades locais, responsáveis por várias coisas, não tem um tempo para meditação e contemplação nas Escrituras? Não conseguem ter uma vida de oração eficaz, dentre outras coisas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Elas ainda não compreenderam algo bastante simples, porém poderoso&amp;nbsp;&lt;strong&gt;o Soberano não depende do nosso serviço&lt;/strong&gt;, somos convidados a participar da obra redentora de Cristo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alguns pontos que ao observar ativistas encontramos de forma latente:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Necessita de serviço;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Necessita de reconhecimento humano;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;São Geralmente considerados pessoas “tops” nas comunidades por demonstrarem uma pré-disposição por fazerem muita coisa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Possuem uma espiritualidade rasa, sem entrar em questões profundas da fé;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se sentem como semi-deuses em suas posições de destaque.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h2 id=&quot;o-problema&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/vocacao-ou-servico/#o-problema&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;O problema&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Pelo fato dele ser atarefado demais, julga-se importante e uma peça insubstituível na comunidade, criando uma postura de monopólio espiritual onde as pessoas criam uma imagem que somente o ativista é o mais capacitado para tal tarefa. Sendo que Deus capacita os escolhidos para as tarefas eclesiásticas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além de ter uma postura orgulhosa e separatista, possuem uma capacidade absurda de influenciar novos na fé ou até mesmo pessoas “velhas na fé” com a ideia teológica totalmente errada de que quando mais trabalhamos para Deus mais somos abençoados, ora o Eterno por um acaso é escravo da criatura? Creio que não.&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;A Glória é minha e não darei a outrem, diz o Senhor.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;O Eterno não está preocupado com a quantidade de serviço que você supostamente faz, não está preocupado quantos eventos, reuniões, células, conferências participou. Ele se preocupa unicamente com a salvação dos perdidos, a única coisa que Cristo nos pediu foi ir e fazer discípulos, afinal Deus não necessita de empregados e nem de pessoas que levantam uma bandeira de orgulho e presunção diante dEle.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SDG,&lt;br&gt;Bruno.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 08 Jun 2016 00:00:00 +0</pubDate>
      <dc:creator>Bruno Pulis</dc:creator>
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      <category>teologia</category>
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      <title>Identidade</title>
      <link>https://www.brunopulis.com/blog/identidade/</link>
      <description>&lt;p&gt;E quando perdemos a identidade e somos apenas cópias dos outros?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto estou escrevendo este texto escuto a música&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://open.spotify.com/track/2F1KQZSg0Wyt4IdDxIA3uF&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Quem sou eu?&lt;/a&gt;&amp;nbsp;do Estevão Queiroga. Aconselho vocês ouvirem esse músico descobri ele no show do Loop Session Friends em Belo Horizonte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a crise bate a porta?&lt;br&gt;Quando caminhada perde o sentido?&lt;br&gt;Quando não existe para aonde correr?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os clichês da vida, entram em cena.&lt;br&gt;As mesmas respostas para perguntas diferentes.&lt;br&gt;Afirmações vazias de amor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vou orar por você, uns dizem.&lt;br&gt;Outros “Deus está no controle”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como dizer isso a uma mãe que perdeu seu filho?&lt;br&gt;Um pai de família que via sua vida escoada pela enchente?&lt;br&gt;A água veio e levou tudo embora…&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Situações como essas, nos ensina uma coisa&amp;nbsp;_ter esperança&lt;br&gt;_Há momentos que não necessita de conselhos meu caros,&lt;br&gt;Mas de ouvidos abertos para ouvir histórias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então ouça com cuidado o que o corpo quer falar,&lt;br&gt;Dê alento e abrigo ao necessitado.&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;&lt;br&gt;Todavia, eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;cite&gt;&lt;a href=&quot;https://www.bibliaonline.com.br/acf/hc/3/17,18&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;Habacuque 3:17,18&lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;SDG,&lt;br&gt;Bruno.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 17 Jul 2016 00:00:00 +0</pubDate>
      <dc:creator>Bruno Pulis</dc:creator>
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      <category>pessoal</category>
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      <title>A teologia por trás do Pokémon Go</title>
      <link>https://www.brunopulis.com/blog/a-teologia-por-tras-do-pokemon-go/</link>
      <description>&lt;p&gt;“Eu temo o dia em que a tecnologia ultrapasse nossa interação humana, e o mundo terá uma geração de idiotas. — Albert Einstein”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confesso que não ia escrever sobre o assunto, até porque várias pessoas o tem feito e pensei que minha opinião seria mais uma em meio ao ecoar de muitas vozes emitidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Venho, logo no início, salientar que esse artigo não é um prol da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;demonização&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;do jogo e seus jogadores, pelo contrário é uma análise do comportamento das pessoas em relação à interação que o jogo propõe.&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;breve-historico&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/a-teologia-por-tras-do-pokemon-go/#breve-historico&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Breve histórico&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;A produtora do game, a Niantic criou um jogo parecido o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://www.ingress.com/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Ingress&lt;/a&gt;&amp;nbsp;lançado em 2012, o objetivo do game era conquistar portais da sua cidade, os mesmos são monumentos históricos, peças de artes, pontos turísticos, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pokémon Go, lançado em 2016, tem a mesma ótica, porém tem um&amp;nbsp;&lt;strong&gt;quê&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;a mais: a nostalgia de uma geração que era fanática pelo anime japonês.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aliando tecnologia e nostalgia e jogo virou uma febre mundial, mas faltava um povo para ser contemplado, os brasileiros.&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;reacoes-sobre-o-jogo&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/a-teologia-por-tras-do-pokemon-go/#reacoes-sobre-o-jogo&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Reações sobre o&amp;nbsp;jogo&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Eu instalei e joguei, realmente é um jogo bastante interativo, atrativo e viciante. O grande problema que tive foi meu celular que travava várias vezes e acabei deletando ele. A Niantic precisa dar uns upgrades em questões de desempenho nele, pois consome muita bateria do aparelho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após ser lançado no Brasil, iniciou-se uma teoria conspiratória sobre o jogo que era demoníaco que os usuários não deveriam jogar. Creio que foi a pauta de muitos púlpitos e círculos teológicos pelo Brasil afora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Me espanta que muitos estão tão preocupados com o jogo e tanta ênfase nisso.&lt;br&gt;Pensei na hora que ouvi isso: “Sério que pessoas estão discutindo isso?”&lt;/p&gt;&lt;hr&gt;&lt;h2 id=&quot;pros-do-jogo&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/a-teologia-por-tras-do-pokemon-go/#pros-do-jogo&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;&lt;strong&gt;Prós do&amp;nbsp;Jogo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h3 id=&quot;alivio&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/a-teologia-por-tras-do-pokemon-go/#alivio&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Alívio&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Pelo mais cômico que possa parecer, ele tem ajudado pessoas que sofrem de depressão,&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/tecnologia/games/noticia/2016/08/como-pokemon-go-transformou-vida-de-jovem-autista-que-nao-conseguia-sair-de-casa.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;autismo&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e até&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://extra.globo.com/noticias/mundo/hospital-infantil-usa-jogo-pokemon-go-para-tirar-pacientes-do-leito-19741332.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;câncer&lt;/a&gt;&amp;nbsp;aliviar um pouco da sua dor através da interatividade que ele propõe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Partindo do pressuposto que o jogo realmente é do, &lt;strong&gt;coisa ruim&lt;/strong&gt;, ele iria querer promover alguma coisa boa para pessoas com problemas?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ou iria querer colocar elas mais, no fundo do poço? Essa é a pergunta que paira no ar.&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;contras-do-jogo&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/a-teologia-por-tras-do-pokemon-go/#contras-do-jogo&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;&lt;strong&gt;Contras do&amp;nbsp;Jogo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h3 id=&quot;excesso&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/a-teologia-por-tras-do-pokemon-go/#excesso&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Excesso&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Tenho visto diversas pessoas como a imagem inicial do post, curvadas aos seus aparelhos, a pauta das conversas dos bares, almoços e até ambiente do trabalho gira em torno do jogo, fato que ele é bem popular.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vale lembrar tudo em excesso não é bom.&lt;/p&gt;&lt;h3 id=&quot;motivacao&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/a-teologia-por-tras-do-pokemon-go/#motivacao&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Motivação&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Não tem importância jogar, mas qual a motivação do coração ao jogar?&lt;br&gt;O porquê de jogar?&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.brunopulis.com/blog/a-teologia-por-tras-do-pokemon-go/#conclusao&quot; class=&quot;heading-anchor&quot;&gt;Conclusão&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;O pano de fundo contado dessa história é teológico, pois o jogo proporciona trabalho em equipe, aceitação sem nenhum pressuposto e interação com a comunidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lembra um pouco do que Jesus fez por aqui, não é? A lição que retiro se baseia em um versículo do livro de Eclesiastes:&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Não sejas demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo?&lt;br&gt;Não sejas demasiadamente ímpio, nem sejas louco; por que morrerias fora de teu tempo?&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://www.bibliaonline.com.br/acf/ec/7/16,17&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Eclesiastes 7:16,17&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que eu aprendo com tudo isto? A ter equilíbrio na vida e compreender que a tempo para tudo e não devemos viver nessa loucura desenfreada que a vida, o trabalho, a sociedade, as pessoas, as pressões nos impõem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Que vivamos uma vida em equilíbrio sabendo que o Autor da vida nos chamou para viver em comunhão uns com os outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Me atrevo a deixar um conselho para você, meu caro leitor,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;gaste tempo com pessoas e use as coisas. Não perca seu tempo, dizendo que nunca tem tempo. Faça da coisa principal a coisa principal.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ficando por aqui,&lt;br&gt;Bruno Pulis.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 13 Aug 2016 00:00:00 +0</pubDate>
      <dc:creator>Bruno Pulis</dc:creator>
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      <category>Teologia</category>
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