Eu e meus 30 anos
Eu e meus 30 anos
Foto por Clément M. em Unsplash
A alma já não tem o folêgo da juventude poeril,
o cansaço toma conta…
tantas coisas não fazem mais sentido,
outras mal se encaixam.
tantas dúvidas,
incertas…
prudência é a palavra,
para trilhar rumo ao desconhecido.
lucidez é o que devemos ter.
e a gente sorri
para o idoso casal no elevador,
uma árvore bonita
uma poesia
o sorriso sem graça de uma garota.
já não há espaços para metades,
mas por inteiros.
mesmo que seja um inteiro partido,
destroçado pela vida.
dizem os bons poetas,
que abraço cura.
abrace suas dores,
suas felicidades,
seus amores…
e viva e vá ser gauchê na vida.
Bruno Pulis

Sobre Bruno Pulis
Engenheiro de software, focado em experiências inclusivas, teólogo, pensador e minimalista digital.
Sobre Bruno Pulis
Apaixonado por escrita reflexiva, conexões significativas e pela construção de uma internet mais humana. Este é o meu cantinho na internet, onde compartilho ideias, experiências e descobertas.
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